Você já investe fora do Brasil? Se ainda não investe, saiba que é cada vez mais comum encontrar profissionais que são especializados em oferecer assessoria para quem quer esta alternativa de diversificação. Entre eles, podemos citar: Opportunity, TAG, Garin Investimentos, Sonata Invest e Basis Point.

Já são bastante comuns também corretoras e instituições financeiras locais que oferecem fundos de diversos tipos que aplicam seu patrimônio nos Estados Unidos, Europa, Ásia e mundo afora. Somente para citar alguns exemplos de gestores de recursos independentes com produtos internacionais: Prudential, Dynamo, IP Capital  Partners, GEO Capital e Verde, entre outros.

Os investimentos além das fronteiras são uma forma de diversificação, uma dose extra de diluição de riscos. Mas os ativos estrangeiros também fazem parte das estratégias de muita gente que tem projetos e negócios fora do país.

Ao investirem no exterior, as pessoas acabam tendo uma carteira com diversos ativos em diferentes moedas – reais, dólares, euros ou outras moedas - e uma visão segregada dos investimentos, o que limita as análises e as decisões estratégicas. Para fazer o acompanhamento mais assertivo, é necessário consolidar todos os investimentos em um único extrato e converter tudo para uma única moeda.  

Por esse motivo, ou você conta com um sistema que faz isso para você ou com o suporte de um consultor ou gestor de patrimônio que preste este serviço. Estes profissionais possuem experiência em buscar oportunidades fora do país, esclarecem as características dos ativos e as diferentes dinâmicas de mercado, além de monitorarem o desempenho das carteiras com eficiência.

Mas, como você deve calcular a rentabilidade de uma carteira com investimentos offshore em moedas diferentes?

Vemos que muitos investidores ainda usam uma metodologia mais simples para controlar suas carteiras de investimentos em outras moedas. Normalmente, eles fazem o cálculo da rentabilidade baseado na aplicação inicial e no saldo da posição final do mês, trimestre, semestre ou do ano, convertendo na moeda em que se pretende comparar. Esse método, apesar de fácil, não é o mais adequado, pois não considera as movimentações e limita a análise, uma vez que não permite acompanhar, em detalhes, a evolução da carteira.

Veja o caso de um investidor que tem aplicações em reais, dólares e euros:

Aplicação

Retorno no Período

Neste exemplo, em um ano e três meses, a carteira do investidor teve rentabilidade de 20% , mas, com este cálculo, além de não dar para ver o que aconteceu no meio do caminho, se tiverem existido movimentações – novas aplicações, resgates e pagamentos de impostos no período - o resultado pode estar totalmente errado.

Uma visão mais abrangente

Já com a tecnologia, o poder de análise aumenta. O sistema smartAdvisor possui o módulo multimoedas, que consolida a sua carteira com as aplicações offshore em diferentes divisas, considerando a precificação e a variação cambial diárias de cada ativo.

Com este sistema ou com um assessor que possa te oferecer este serviço, é possível acompanhar dia a dia o desempenho dos ativos investidos e da carteira consolidada em real ou qualquer outra moeda escolhida, considerando todas as movimentações. Tudo de forma automática. E ainda fica fácil fazer comparações com os principais indexadores de mercado.

Veja no gráfico abaixo a diferença do comportamento em relação ao exemplo de investimento citado acima. No gráfico comparamos a evolução da carteira com o CDI ao longo do tempo:

 

Evolução da Rentabilidade

 

Portanto, o acesso a informações precisas, diárias e calculadas de forma correta é a chave do sucesso para você definir melhores estratégias e alcançar maior rentabilidade em seus investimentos.

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