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Transformação digital impulsiona o crescimento de agentes autônomos de investimentos

Categoria: Big Data Profissional

A transformação digital tem alterado rapidamente a dinâmica do setor de investimentos. Temos assistido ao fenômeno das fintechs que vêm lançando uma série de soluções e ferramentas on-line que facilitam a rotina dos profissionais como você. São plataformas de simulação, comparação, controle, consolidação e gestão de investimentos que garantem cada vez mais qualidade e agilidade no atendimento aos seus clientes.

A adoção de novas tecnologias já se traduz em elevados ganhos de produtividade nas atividades dos agentes de investimentos, consultores, bankers e gestores de patrimônio. Isso porque as tarefas de back office, manuais e burocráticas estão sendo automatizadas.

As ferramentas digitais têm facilitado o acesso a informações completas e organizadas sobre todos os ativos  financeiros, além de auxiliarem no processo de avaliação de seus clientes com o suitability e cadastro dos investidores. Ou seja, a tecnologia significa ganho de eficiência e mais inteligência.

Escala no AUM

Nos últimos cinco anos, os profissionais de gestoras e instituições financeiras tiveram um aumento de 25% na quantidade de carteiras de investimentos e de 143% nos ativos sob gestão (assets under management- AUM).

No final de 2012, cada profissional tinha, em média, 16 carteiras, com um AUM médio por carteira de R$ 52,5 milhões. Já ao final de 2017, cada assessor contava com 20 carteiras e um AUM médio de R$ 127,2 milhões. Veja no gráfico:

smartbrain bigdata

O ganho de produtividade foi ainda maior entre os agentes e consultores autônomos. Em cinco anos, o número de carteiras de investimentos por profissional cresceu 233% e o volume médio de ativos sob gestão avançou 145,8%.

No final de 2012, cada assessor independente tinha, em média, 3 carteiras e R$ 13,4 milhões em AUM médio por carteira. Em dezembro de 2017, os números chegaram a 16 carteiras com uma média de R$ 32,9 milhões, conforme você pode ver no gráfico abaixo:

post big dataAs tecnologias, que antes estavam muito restritas aos grandes conglomerados financeiros, tornaram-se mais acessíveis nos últimos anos. Por esse motivo, os assessores de investimentos autônomos apresentaram um salto muito maior no desempenho em relação aos que atuam ligados às instituições, segundo a nossa pesquisa.

A transformação digital também tem favorecido o empreendedorismo no setor. Temos visto um movimento cada vez maior de escritórios de profissionais independentes que compartilham uma estrutura e assessoram seus clientes. Tudo isso só tem sido possível porque a tecnologia e as novas ferramentas viabilizam a atuação de forma autônoma, com estruturas enxutas e atendimento mais rápido e personalizado aos clientes.

Henrique Garcia

CEO

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