Henrique Garcia
por Henrique Garcia em 01 Fevereiro 2018

Ferramenta analisa a correlação de uma carteira de fundos de investimento

No País, a indústria de fundos de investimento está a todo vapor.

Diante da grande oferta, os bankers, consultores e gestores de investimentos precisam estar cada vez mais capacitados para sugerir os fundos mais adequados e de acordo com o perfil e objetivo de retorno de cada investidor. Montar, por exemplo, uma carteira balanceada para um investidor mais conservador não é uma tarefa fácil dada a quantidade e as características de cada produto.

Mas hoje existe um sistema que facilita essas pesquisas. O nosso consolidador de investimentos, reúne em sua base informações sobre todos os fundos do mercado. No módulo chamado Reporte de Fundos, os assessores podem realizar buscas e fazer comparações automáticas do desempenho dos produtos dentro de suas respectivas classificações – multimercados, ações, renda fixa e cambial. Ao estudarem o histórico dos fundos, ou seja, os dados estatísticos de performance e indicadores de risco, as recomendações tornam-se mais consistentes.

Mais informações e eficiência nas análises de risco

Em se tratando da análise de risco, é fundamental checar a volatilidade dos fundos – frequência e intensidade das oscilações de suas respectivas cotas ao longo do tempo, e também a correlação entre os produtos selecionados.

Por definição, a correlação mede a maneira como os preços dos ativos se movimentam, uns em relação aos outros. Assim, determinados ativos são considerados positivamente correlacionados quando seguem a mesma tendência ou variam de forma similar. Porém, quando costumam reagir de formas diferentes, eles são considerados ou pouco ou não correlacionados.

O consolidador conta com uma matriz de coeficientes de correlação dos fundos de investimento. Com a ferramenta, os assessores conseguem acompanhar diariamente e de forma automática a correlação entre os produtos disponíveis no mercado. Podem também estruturar carteiras para seus clientes e monitorar os coeficientes de correlação de fundos e de outros ativos que fazem parte dos portfólios.

No setor, há aqueles que acreditam que apenas mudando a classe de ativos já estão seguindo uma estratégia de diversificação. Usam o argumento para seus clientes de “não colocar todos os ovos na mesma cesta”, mas se esquecem que podem estar escolhendo produtos correlacionados entre si e, dependendo dos objetivos dos investidores, isso significa não diversificar nada. Mesmo em categorias diferentes de fundos podem existir produtos que se comportam de forma idêntica com as variações de mercado.

Para uma diversificação de risco eficiente, quando o propósito é compor carteiras conservadoras e bem balanceadas, deve-se usar fundos e produtos com baixa correlação entre si. O Smart Consolidador ajuda na montagem desses portfólios.

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Postado por Henrique Garcia Fevereiro 1, 2018
Henrique Garcia